Sábado, Dezembro 05, 2009
Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
Domingo, Novembro 29, 2009
Serão divertido
Ontem foi o dia da visita virtual do rebento mais novinho da família Oliveira.
A nossa Aninhas mostrou-nos em directo o seu bebé.
Para quem não pode comparecer aqui ficam algumas imagens...
O James Gabriel é divertidissimo, estás sempre a reclamar ou a reparar em tudo (muito atento), tem umas bochechas lindíssimas e foi maravilhoso vê-lo ontem por vídeo-chamada.

A nossa Aninhas mostrou-nos em directo o seu bebé.
Para quem não pode comparecer aqui ficam algumas imagens...
O James Gabriel é divertidissimo, estás sempre a reclamar ou a reparar em tudo (muito atento), tem umas bochechas lindíssimas e foi maravilhoso vê-lo ontem por vídeo-chamada.

Sábado, Novembro 28, 2009
Bailarotes
Eu prefiro sonhos a bailarotes... mas hoje foi o que calhou, bailarotes de abóbora menina.Quem quiser, pode aparecer para lanchar.
Sexta-feira, Novembro 27, 2009
Quarta-feira, Novembro 25, 2009
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Problema familiar
Todos devem saber que sou muito ligada à natureza, até mesmo pela educação que recebi por parte dos avós.
Para já, cresci num quintal enorme que tinha de um lado jardim e do outro horta e árvores de fruto como: laranjeiras, uma ameixoeira branca, um pereiro (que dava pêros "pequenininhos"), uma tangerineira e as belas nespereiras.
Quando era pequena o avô Pinto e a avó Ana levavam-me de carroça para a fazenda de Pinhel onde tínhamos uma vinha na parte superior do terreno que dava para a estrada do Cubo, a meio existia uma pequeníssima ribeira que tinha uma ponte estranha (nada mais que uma laje enorme de pedra) onde a burra ficava amarrada e a suportar as minhas brincadeiras. O terreno em frente era talvez dos mais férteis pois era banhado pela ria de S. Sebastião e era também onde se fazia o cultivo do milho.
Havia também o talho do Tio Jorge que era mais usado para cultivo hortícola, onde me lembro de a minha avó fazer umas construções fabulosas de canas que passado uns tempos estavam completamente eliadas com feijoeiros, entre outras plantas. Eu adorava quando me levavam para este talho. Na Primavera com estas plantações eu entretia-me imenso com um pequeno charco que ali há lindíssimo que tinha imensas rãs e no Outono eu voltava sempre com o avô para apanhar as castanhas de um castanheiro que ainda ali existe.
A vinha da Moita.... Pouco me recordo. Só me lembro de uma queda (pequena) que dei lá a trepar uma oliveira e de que o avô tinha bastante medo do poço que penso ser o mais perigoso que tivemos.
Quando estou fora de Pinhel bastante tempo, sinto necessidade de revisitar estes locais. Foi o que aconteceu este fim-de-semana.
Aquilo que para mim seria uma experiência boa, tornou-se num desagrado e desilusão profunda sob os meus tios, primos e mãe.
Os locais que fazem parte da minha infância e que ainda pertencem à minha família estão literalmente ao abandono. Tudo isto porque não se entendem, não querem partilhar, não querem cuidar do que ficou.... Porquê? Ninguém sabe.... E aquilo que era uma vinha bonita, com uma vista maravilhosa e com algumas oliveiras tornou-se no que poderão ver nas fotografias.
Eu, dia 14 de Novembro de 2009 na Vinha da Moita;
Apanha da azeitona
Após algum tempo fora da minha terra e afastada, à bastante tempo, por motivos escolares das andanças do campo, é com felicidade que partilho estes momentos que estou aos poucos a conseguir recuperar. Como sabem, fui, dos primos todos, talvez a que mais tempo partilhou com os nossos avós. Com todas as fazendas e talhos que tinham, eram imensos os rituais de cultivo sendo que os mais conhecidos (e que melhor lembro) seriam as vindimas e a apanha da azeitona. A desfolhada também, mas foi das primeiras desistências de cultivo dos nossos avós e por tanto, a que menos dou importância.
Penso que a apanha da azeitona foi a primeira colheita que perdi devido à escola e é das que mais significados tem para mim, quer por sermos a família Oliveira quer pelas histórias que a avó contava...
Partilho por isso convosco as fotografias que ainda consegui tirar da apanha da azeitona da minha oliveira.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










